26 dezembro, 2006

Ho... Ho... Ho...

O Pai Natal passou por este blog e deixou um presente para todos os que vêm aqui meter o nariz:

17 dezembro, 2006

Bom Natal



Sem grandes frases feitas, desejo-vos um Natal muito feliz...

15 dezembro, 2006

Charco de água

Num charco de água
Pintarei o teu rosto

Perene

Sereno

Solene

Para no instante seguinte,
Com a pedra que eu lançar,
Ele aparecer ondeado
Misturado com a terra
- mãe do seu prazer-
Assim poderei amar a vida em ti.
Eterna nesse momento

09 dezembro, 2006

Um beijo para a Paula e para a Carla

As nossas amigas Paula e Carla ficaram hoje mais velhas.

O seu pai, o Sr. Eduardo, partiu para uma viagem, que embora acreditemos não ser a derradeira, é a última, vista daqui.

Ficam as nossas saudades, as nossas memórias, as nossas imagens e algum vazio.

Fica aqui também um beijo imenso para as duas. Que a Paz se instale no vosso coração.

O Profeta, Kahlil Gibran

"... Se quereis verdadeiramente conhecer o espírito da morte,
abri o vosso coração até ao corpo da vida.
Pois vida e morte são uma só, tal como o são o rio e o mar.
Na profundeza dos vossos desejos e esperanças
está a consciência silenciosa do além;
E tal como as sementes que sonham sob a neve,
também o vosso coração sonha com o desabrochar.
Confiai nos sonhos, pois neles está a porta para a eternidade.
...
Pois o que é morrer senão ficar nu ao vento e fundir-se com o sol?
E o que é deixar de respirar senão libertar a respiração das suas inquietações
a fim de ela poder elevar-se e expandir-se até Deus?
Só quando beberdes do rio do silêncio sereis capazes de cantar.
E quando chegardes ao cimo da montanha, podereis então começar a subir.
E quando a terra reclamar o vosso corpo, então sereis verdadeiramente
capazes de dançar."

06 dezembro, 2006

Olhares

Um olhar primeiro de confronto
Desafio inevitável ao contorno.
Um peso que de leve se assemelha
Ao som de uma guitarra feita sangue
Que percorre os caminhos destas veias.

Um passo mais adentro desse verde
Um peso mais de leve a insinuar
Que o olhar primeiro já morreu
Que o contorno apercebido é um castelo
De uma dama imaginada para amar.

A poesia nasce deitada pelo chão
Aberta por uma janela multicor
Num peito difícil de respirar.

No ar corre um vento fugidio
Obrigando a um olhar mais inocente
Como ele navegante doutro mar
De feitos heróicos já esquecidos.

Este desafio permanente
Desprotege-me as janelas
Destapa-me tanto o leito
Que sinto a vil tentação
De o aprisionar dentro do peito.

05 dezembro, 2006

FOGO !!!!!!!!!!!!

Bolas! Eu era um cachorro... Já estou assim velhadas !!! E estas gajas ainda não estão todas registadas !!!???

E depois eu é que sou cão !!!!!!!