15 dezembro, 2006

Charco de água

Num charco de água
Pintarei o teu rosto

Perene

Sereno

Solene

Para no instante seguinte,
Com a pedra que eu lançar,
Ele aparecer ondeado
Misturado com a terra
- mãe do seu prazer-
Assim poderei amar a vida em ti.
Eterna nesse momento

5 comentários:

Paulo Azevedo disse...

Já que as verdadeiras mongas raramente cá vêm..., aqui está o mongo do teu feliz e sempre apaixonado marido a dar-te mais uma forcinha para outra das tuas muitas facetas, a poesia...
Embora me lembre sempre do Zé Bolota (lol), fico também muito contente por utilizares algumas das minhas fotos para ilustrares os teus textos, minha querida Monga!!!!

Anónimo disse...

Nessa imagem (água a levar com pedr) não há botox que resulte... ;)

Carla Dias disse...

Oi,para o mongo do teu marido não dizer mal das mongas,aqui estou eu...
Já sabemos que tens uns dotes poeticos muito interessantes.
Como eu te disse tu transmites paz e luz,por isso a poesia vem de dentro...
Beijos grandes.

Paulo Azevedo disse...

Ah Ah! Acabei de pescar uma monga!!!
Beijinhos, Carla...

vicio disse...

pode dar direito a multa por poluição aquatica