20 outubro, 2007

Mais um Encontro das Mongas...!

Realizou-se mais um Encontro Nacional de Mongas (e 1 infiltrada...) nas Docas.
O dia esteve radioso, a querer afastar definitivamente o Outono. Estiveram sete das nove Mongas e infiltrou-se um rebento...
O próximo já está agendado - 1 de Dezembro.
Até lá!
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15 outubro, 2007

05 outubro, 2007

SEGUIR OS SINAIS

Aprende a seguir os sinais. Se eu estou aqui o tempo todo, se me vês e sabes que nunca te abandono, se sabes que até o desafiar do vento tem a minha mão mágica, se já te entregaste a mim, entregaste a tua vida, se tens consciência de que está tudo entregue, é claro que cada acontecimento, cada surpresa, cada imponderável tem a mão mágica do céu.

É mais provável que seja eu a operar quando não estás à espera, quando ninguém conta, e acontece um acto cirurgicamente desprogramado e irreal - em vez de todos os planos e todas as combinações prévias.

Aprende a confiar no acaso. O acaso sou eu. O acaso tem a minha lógica, jamais terá a tua. Lê nos acasos a lógica do céu, e aprende a seguir, como a borboleta, a força inefável do vento. A natureza é sábia. Os animais só vão para onde têm de ir. As aves voam milhares de quilómetros, porque sabem as armadilhas do tempo, porque lêem nas entrelinhas do tempo. As baleias percorrem o mundo, através de linhas energéticas e invisíveis desenhadas pela minha mão. Todo o mundo animal se move sob os meus desígnios.

Porque é que o homem, o ser humano, o único a deter um nível superior de entendimento, deseja tanto fazer a minha parte? Porque é que quer ser ele a desenhar caminhos para ele próprio? Porque é o único ser sobre a terra que se preocupa com o que é que os outros vão pensar. Porque é o único ser sobre a terra que sofre antecipadamente por causa de uma coisa que pode não dar certo. Porque é o único que tem medo de sofrer. Medo de morrer.

No dia em que o homem compreender que a morte, tal como tudo na vida, é apenas uma mudança de estado, que sofrer é apenas uma mudança de estado, e em última análise, que viver não é mais do que uma permanente mudança de estado, nesse dia, quando deixar de julgar as coisas pelo método simplista do «quero isto» ou «não quero isto», quando o homem descobrir a liberdade inerente ao vento e, simplesmente, se deixar ir, nesse dia, nós cá de cima teremos a missão cumprida.
A Alma Iluminada, Alexandra Solnado