22 janeiro, 2009

Uma das faltosas

Como não pude estar presente no almoço das mongas (com muita pena minha),posto aqui uma foto minha para verem o meu novo visual...fiz outra vez madeixas e já não estou tão vermelha.
Adorei ver-vos a todas e parece que estavam muito bem dispostas.

17 janeiro, 2009

Almoço de Mongas

Com 2 faltas a assinalar, realizou-se mais um almoço de Monganagem! Teve de tudo:
1. Telefonemas inquietantes;
2. Segredos revelados;
3. Desejos e sonhos para o ano;
4. Vinho e copos partidos;
5. E tudo o mais que agora não vem ao caso.
Enfim, o costume!


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13 janeiro, 2009

Texto de João Pereira Coutinho

Não tenho filhos e tremo só de pensar.
Os exemplos que vejo em volta não aconselham teremidades.
Hordas de amigos constituem as respectivas proles e, apesar da benesse,não levam vidas descansadas.
Pelo contrário:estão invariavelmente mergulhados numa angústia e numa ansiedade de contornos particularmente patológicos.Percebo porquê. Há cem ou duzentos anos, a vida dependia do berço,da posição social e da fortuna familiar.
Hoje,não. A criança nasce,não numa família mas numa pista de atletismo,com as barreiras da praxe: jardim-escola aos três,natação aos quatro,lições de piano aos cinco,escola aos seis.
É um exercito de professores,explicadores,educadores e psicólogos,como se a criança fosse um potro de competição.
Eis a ideologia criminosa que se instalou definitivamente nas sociedades modernas:a vida não é para ser vivida-mas construída com sucessos pessoais e profissionais,uns atrás dos outros,em progressão geométrica para o infinito.
É preciso o emprego de sonho,a casa de sonho,o maridinho de sonho,os amigos de sonho,as férias de sonho,os restaurantes de sonho,as quecas de sonho.
Não admira que,até 2020,um terço da população mundial esteja a mamar forte no Prozac.É a velha história da cenoura e do burro:quanto mais temos,mais queremos.Quanto mais queremos,mais desprezamos.
A meritocracia gera uma insatisfação insaciável que acabará por arrasar o mais leve traço de humanidade. O que não deixa de ser uma lástima. Se as pessoas voltassem a ler os clássicos,sobretudo Montaigne,saberiam que o fim último da vida não é a excelência,mas sim a felicidade!
"O autor deste texto é o João Pereira Coutinho, Jornalista"

09 janeiro, 2009

AMIZADE

Minhas amigas o inicio do novo ano parece estar um pouco enregelado.

Está muito frio e parece que vai continuar.

Hoje houve vários sítios onde nevou aqui em Viana do Castelo foi um deles... o 1º inverno que passo em Viana e nevou logo...já não nevava à 21 ou 22 anos.

A primavera e as flores estão difíceis de chegar...é nestes dias com alguma melancolia que me lembro muito de Lisboa da minha família e dos meus amigos.

Recordar é viver e por isso vejo as fotos dos nossos almoços e recordo com saudade os bons momentos que passei com os amigos.

Recordar sempre.